Quando se fala em quantidade de pessoas que morreram em um curto espaço de tempo, podemos considerar como a pior epidemia dos anos, a peste negra, que assolou a Europa e a Ásia no século 14. Também conhecida como peste bubônica, a doença apareceu em 1348 e em dois anos matou um terço da população européia.
"A mortalidade foi grande porque, na época, não havia antibióticos
e a população não entendia como a bactéria se disseminava".
O médico Stefan Cunha Ujvari conta que a bactéria nunca desapareceu,
mas depois de varrer a Europa continuou vivendo nos ratos e de tempos em
tempos, causava pequenos surtos da doença. Até hoje é possível encontrar a
peste bubônica em algumas regiões do mundo, mas ela é facilmente curada com a
ajuda de antibióticos atualmente.
Outras epidemias importantes foram as que dizimaram os povos indígenas
nas Américas: a varíola, o sarampo e a gripe.
"As pessoas não dão muita ênfase a essa epidemia porque ela foi
progredindo e durou um grande período de tempo. Mas entre os séculos 16 e 19,
essas três doenças mataram mais de 80% da população indígena do
continente".
Também entra no ranking de epidemias mais mortais temos a gripe espanhola, que surgiu em 1918. Depois de se espalhar pelo mundo, a gripe espanhola sumiu quando a população desenvolveu anticorpos, deixando de ser suscetível à doença. A partir de então, o vírus sofreu mutações e passou a causar gripes comuns.
Também entra no ranking de epidemias mais mortais temos a gripe espanhola, que surgiu em 1918. Depois de se espalhar pelo mundo, a gripe espanhola sumiu quando a população desenvolveu anticorpos, deixando de ser suscetível à doença. A partir de então, o vírus sofreu mutações e passou a causar gripes comuns.
As
condições eram favoráveis à disseminação de doenças de maneira epidêmica. As
taxas de mortalidade foram alarmantes: 33% no primeiro surto e 26% quando a
doença voltou em 426 a.C.
Postado por: Jamile Liandra
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